Vejo a Constellation Energy dominando o renascimento nuclear, pois os data centers de IA exigem energia limpa confiável, com sua frota e aquisição da Calpine posicionando-a perfeitamente. O ROE TTM de 20,32% supera pares como o de 13% da NEE, mostrando eficiência de capital superior em um setor intensivo em capex. A margem bruta se mantém estável em 44,95%, provando poder de precificação resiliente em meio ao aumento da demanda. Os fechamentos semanais subiram de US$ 223 no final de abril para US$ 322 recentemente, refletindo forte momentum para 2026Q2.
Minha maior preocupação é que a precificação premium da CEG desmorone se os preços da energia normalizarem ou as regulamentações apertarem nas operações nucleares. P/L TTM de 40,3 ultrapassa as medianas de pares próximas a 25, deixando margem zero para perdas de lucros. O LPA TTM caiu para US$ 8,72 de US$ 9,57 no trimestre passado, sinalizando pressão de lucratividade. As ações despencaram 10,9% no corte da meta de preço de 22 de março do JPMorgan, expondo a fragilidade da avaliação.