Vejo a Costco como uma máquina movida por assinaturas, um vaca leiteira à prova de recessão que prospera com volume e lealdade. Seu ROE de 29,6% mostra que o modelo extrai retornos desproporcionais do patrimônio sem depender fortemente de dívidas. O EPS subiu para $18,67, provando que o poder de geração de lucros continua a crescer, apesar dos ventos contrários no varejo. Notícias recentes sobre as vendas de gasolina impulsionando as vendas comparáveis em março em mais de 9% destacam como benefícios acessórios, como combustível barato, prendem ainda mais 147 milhões de membros.
Meu entendimento é que a avaliação extremamente alta da Costco exige execução impecável, mas a desaceleração do ritmo de crescimento pode levar a uma correção acentuada. Um P/E de 46 supera seus pares, como a TGT, que está em 15, precificando uma perfeição infinita que o negócio não pode sustentar com apenas 3% de margem líquida. A capitalização de mercado caiu para $383 bilhões, partindo de picos de $440 bilhões, espelhando quedas de preço de $1067 para $970. Um índice de liquidez corrente de 1,04, baixo, sinaliza tensões de liquidez se as vendas vacilarem.