Vejo a Honeywell como uma opção atraente para manter até o 2º trimestre de 2026 porque sua explosão de lucratividade e os ventos favoráveis da defesa entregam fluxo de caixa confiável em um mundo volátil. O ROE TTM atingiu 35,55%, ante 32,86% no trimestre anterior. Essa eficiência esmaga a maioria dos pares e decorre das margens aeroespaciais mantendo-se firmes em 36,94%. O EPS TTM subiu para US$ 9,49. Para a HON, isso financia dividendos e recompra de ações sem pressionar a liquidez, onde o índice de liquidez corrente permanece confortável em 1,36. O acordo de US$ 500 milhões com o DoD em 25 de março consolida a visibilidade de receita por vários anos.
A Honeywell parece vulnerável porque sua alavancagem extremamente alta e o enfraquecimento do entusiasmo do mercado podem amplificar qualquer desaceleração industrial. A relação Dívida/Patrimônio permanece em 220,69. Para um gigante cíclico como a HON, isso significa que os custos de juros corroem os lucros se as taxas permanecerem altas ou se uma recessão ocorrer. A capitalização de mercado caiu para US$ 123,9 bilhões de US$ 137,8 bilhões no 3º trimestre de 2025. Os investidores estão precificando o inchaço do conglomerado antes da cisão aeroespacial. As ações caíram 3,8% em 22 de março com a notícia do pagamento da dívida, sinalizando temores com o balanço patrimonial.