O negócio principal de publicidade da Meta continua sendo uma máquina de dinheiro, com investimentos em IA impulsionando a próxima etapa de crescimento até 2026T2. Sua margem bruta está em 82%, o que ressalta um poder de precificação inigualável em publicidade digital que concorrentes como SNAP não conseguem alcançar. Com um P/L de 28,4, está sendo negociado em linha ou abaixo de empresas de alto voo como GOOGL (30,4) e RDDT (50), o que significa que o mercado não está pagando caro por sua trajetória de ultrapassar o Google em receita de publicidade por projeções recentes da eMarketer. O ROE de 30,9% supera a mediana dos pares, provando a alocação eficiente de capital em meio a recompras.
Tendências de lucratividade em declínio sinalizam vulnerabilidade se os gastos com publicidade esfriarem em um ambiente macroeconômico mais difícil. O LPA TTM caiu de 27,58 em 2025T3 para 22,60, destacando a pressão sobre os lucros que pode acelerar sem novos catalisadores. A margem líquida de 30,9% está acentuadamente abaixo dos 40%, erodindo a proteção contra a concorrência em IA e social. A volatilidade recente dos preços — de uma mínima de 479 no final de abril para uma máxima de 737 — mostra o enfraquecimento do momentum, com o valor de mercado caindo para US$ 1,66T.