CHEVRON CORP
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Primeira declaração à SEC: 18 de Julho de 2025 · Último: 18 de Julho de 2025
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A Chevron, com sede nos Estados Unidos, é uma das grandes empresas mundiais do ramo energético, especialmente petrolífero. É uma Supermajor, ou seja, uma das maiores empresas petrolíferas do mundo, integrando o chamado Big Oil — o lobby da energia —, que desfruta de grande poder econômico e influência política, particularmente nos Estados Unidos. De acordo com uma pesquisa de 2019, a Chevron foi responsável pela emissão de 43,35 bilhões de toneladas de CO₂ entre 1965 e 2017, sendo a segunda empresa com as emissões mais altas do mundo, atrás apenas da Saudi Aramco.
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A Chevron, com sede nos Estados Unidos, é uma das grandes empresas mundiais do ramo energético, especialmente petrolífero. É uma Supermajor, ou seja, uma das maiores empresas petrolíferas do mundo, integrando o chamado Big Oil — o lobby da energia —, que desfruta de grande poder econômico e influência política, particularmente nos Estados Unidos. De acordo com uma pesquisa de 2019, a Chevron foi responsável pela emissão de 43,35 bilhões de toneladas de CO₂ entre 1965 e 2017, sendo a segunda empresa com as emissões mais altas do mundo, atrás apenas da Saudi Aramco.
Em 2022, foi considerada a 16ª maior empresa dos EUA, segundo a Fortune.
História
A Chevron foi uma das empresas resultantes da divisão da Standard Oil Company. Era inicialmente conhecida como Standard Oil California, ou Socal. Fez parte do grupo conhecido como sete irmãs - as sete maiores empresas petrolíferas do início do século XX.
Em 1933, a Socal conseguiu a concessão do governo da Arábia Saudita para prospecção de petróleo no país. Em 1938, a empresa encontrou o que viria a ser a maior reserva de petróleo do mundo e apoiou econômicamente a Alemanha Nazista. Sua subsidiária, California-Arabian Standard Oil Company, viria a evoluir para a empresa Arabian American Oil Company ou Aramco (atualmente, Saudi Aramco).
Em 2001, fundiu-se com a Texaco, mudando seu nome para ChevronTexaco. Em maio de 2005, a empresa anunciou que retornaria a se chamar apenas Chevron.
A partir de 2010, a Chevron começou a reduzir sua presença no setor de varejo e a expandir sua atuação no mercado doméstico de gás natural. Em julho de 2010, a Chevron encerrou suas operações de varejo no Atlântico Médio dos Estados Unidos, removendo as marcas Chevron e Texaco de 1.100 postos. Em 2011, a Chevron adquiriu a Atlas Energy Inc., sediada na Pensilvânia, por US$ 3,2 bilhões em dinheiro e adicionais US$ 1,1 bilhão em dívidas existentes da Atlas. Três meses depois, a Chevron adquiriu direitos de perfuração e desenvolvimento de outros 228.000 acres no Folhelho Marcellus da Chief Oil & Gas LLC e da Tug Hill, Inc. Em setembro de 2013, a Total S.A. e sua parceira de joint-venture concordaram em comprar o negócio de distribuição de varejo da Chevron no Paquistão por um valor não revelado.
Em outubro de 2014, a Chevron anunciou que venderia uma participação de 30 por cento em suas propriedades de xisto betuminoso no Canadá para a estatal de petróleo do Kuwait, a Kuwait Oil Company, por um valor de US$ 1,5 bilhão.
A Chevron vendeu suas operações no Mar do Norte em maio de 2019 para a Ithaca Energy por US$ 2 bilhões.
A década de 2020 também testemunhou esforços da Chevron para se expandir na indústria de energia limpa. Ao longo dos anos 2020, a Chevron investiu participações em empresas de energia de fusão, sendo as duas maiores a Zap Energy e a TAE Technologies. Em setembro de 2023, a Chevron adquiriu uma participação majoritária em uma instalação de armazenamento de hidrogênio em Utah, que está posicionada para ser a maior instalação de armazenamento do mundo para hidrogênio em energia renovável.
Atividades
As atividades da Chevron incluem extração e transporte de petróleo e gás natural; refinação de petróleo; produção e venda de produtos químicos e geração de energia. A Chevron afirma que, após a fusão com a Unocal Corporation, tornou-se a maior produtora de energia geotérmica do mundo todo.
No Brasil
A sede brasileira da empresa está localizada no Rio de Janeiro. Em 2009 a Chevron vendeu para o Grupo Ultra os seus ativos fixos (postos de combustíveis). A partir de 2012, todos os postos de combustíveis da Texaco deixaram de existir no Brasil, tornando-se postos Ipiranga.
Em Angola
Em Angola, encontra-se representada pela sua subsidiária Cabinda Gulf Oil Company Limited (CABGOC), detendo 100℅ do seu capital. A sua sede está localizada em Luanda. A Chevron iniciou as suas atividades em Angola no ano de 1954, quando a CABGOC realizou o primeiro estudo geológico de campo.
Desastres ambientais
Os efeitos locais das atividades da Chevron-Texaco nos últimos 30 anos têm sido desastrosos. A exploração petroleira no norte da Amazônia equatoriana é responsável pelo desmatamento de dois milhões de hectares. Mais de 650.000 barris de resíduos tóxicos foram derramados nas matas e rios. Metais pesados provenientes da exploração do petróleo contaminaram as fontes de água da região. Várias etnias indígenas, como os Cofanes, Sionas e Secoyas foram afetados até converterem-se em minorias em perigo de extermínio.
De 1964 a 1990, a Texaco, pertencente à Chevron, despejou bilhões de galões de lixo tóxico na Amazônia equatoriana e depois foi embora. Apesar de condenada pela justiça do Equador, a Chevron tem feito uso de seu poderoso lobby e do seu departamento de relações públicas para intimidar seus críticos e se esquivar da responsabilidade pelo enorme desastre ambiental e humano que causou.
A Chevron disse várias vezes que se recusa a pagar pela limpeza da região, apesar da decisão judicial, dizendo que lutará até o fim.
Em novembro de 2011, a Chevron foi responsável pelo vazamento de óleo na Bacia de Campos, estado do Rio de Janeiro, em razão da abertura de fissuras durante atividades de perfuração. Estima-se que a mancha de óleo tenha alcançado 18 km de extensão, cobrindo uma área de 11,8 km².
Fonte: Wikipedia, CC BY-SA 4.0 · Ver na Wikipedia ↗
Instituição
Propriedade inicial (Formulário 3) 3 participações
Títulos detidos ao se tornar um insider, de acordo com o Formulário 3 da SEC.